segunda-feira, 3 de setembro de 2007

entre pragas e boletas


vizinhos, esses todos, essas pragas aí que Neocid não vence nem com touca térmica torrando no coro. vizinhos, bem zinhos mesquinhos, aglutinados em ninhos de todas as estirpes, dos menos metidos, aos mais metidos a macho alfa ou alce, em ascendente escala dantesca.
metidos.
metidos à ventania que passa, metidos à hitler de saias, metidos à gerente de banco, enfiadores de salto no piso, achando, em seus gerundismos esfarrapados, ganhar notoriedade à custa do eco;
metidos à Hebe Camargo de Soleil, sem réstia de espelho em casa, em plena luz de meio dia, rebocados na cara de tudo que é cor, julgando, em suas vãs pretensões, abalar coreto abaixo de sol a pino.
ora vamos!


e, no final, um ódio, mas...


trato de cortar o ditongo, dou logo uma ré, e...


só fica um dó.

é, afinal, as caras boletas têm que fazer algum efeito, nem que seja na base da gramática.
(cu-ru-zes!)

Um comentário:

mariana nisemblat disse...

tá, Ane, eu sei que tu odeia muitas reticências no texto. mas dessa vez foi necessário. não teve outra saída.
caso não deixasse o trio petit, o texto ficaria num dinamismo de Super-Gênios ATIVAR! - forma de uma bocuda tagarela desenfreiada!